W04 Workshop with Russell Bestley

Main topics:

— Narrowing the research question, understanding it;
— Translating the research question into a poster using only typography;
— Understanding the visual context of that quesiton through a poster;
— Translating both the question and its context into a final poster;

 

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W09 Second proposal

PROPOSTA PARA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM DESIGN DE COMUNICAÇÃO

OBJETIVOS

Título

Privado/Público: Colecções de design gráfico em Portugal

Statement of Intend

Na última década têm sido feitos vários esforços 1 no sentido de construir a história do design em Portugal, completando-a para além dos seus exemplos paradigmáticos e adoptando cada vez mais uma postura histórica imparcial de forma a produzir e preservar conhecimento acerca da nossa herança gráfica. Assim, é intuito desta investigação contribuir para esse trabalho através da recolha e reflexão sobre colecções de design gráfico em Portugal e seus respectivos coleccionadores. Este projeto pretende estabelecer um ponto de partida para futuros trabalhos de arquivo e partilha do espólio do design português, facilitando o acesso a alguns dos intervenientes e das suas colecções privadas.

Este trabalho tenciona também debruçar-se criticamente sobre a ideia de colecção, em particular as colecções ligadas ao design gráfico, perceber o que as motiva, como nascem e como se mantém, quem as faz, para quem ou para quê, qual é o seu potencial histórico, público e informativo. A própria ideia geral de colecção suscita várias questões, estimuladas tanto pelos seus aspectos mais óbvios como pelos mais extraordinários.

Entre outros: Publicações: Colecção Design Português, 8 volumes, coord. José Bártolo, 2015; Design Gráfico em Portugal de Margarida Fragoso, 2012; História do Design em Portugal I de Maria Helena Souto, 2009; Coleção D, Imprensa Nacional / Casa da Moeda, 2011—presente; Exposições: Ensaio para um Arquivo, exposição no MUDE, Lisboa, 2015/2016; Desejo, Tensão, Transição, exposição na Galeria Nave, Matosinhos, EXD’15; Almanaque — Uma História do Design Português em Revista, Galeria Quadra, Matosinhos, 2013;

Field of Study

O principal campo de estudo desta investigação em termos formais será a história do design gráfico português. Este campo funcionará como uma ferramenta que deve ser adquirida para interpretar e organizar devidamente as colecções e os seus objetos.

Em termos analíticos ligar-se-á mais ao conceito de colecção, às suas motivações e à teoria desenvolvida em volta do tema. Ou seja, para análise geral do tema, será a fundamentação relativa à colecção que nos fornecerá os instrumentos necessários.

Focus

O trabalho propõe-se a explorar várias colecções de design gráfico em Portugal e seus autores, fazendo um levantamento de conteúdos (acerca das próprias colecções, dos seus objetos, criadores e intervenientes) e reflectindo criticamente sobre eles, tanto a nível visual como escrito, procurando abordar várias questões ligadas à ideia de colecção, arquivo, história e design gráfico, em particular o design gráfico português.

Podemos entender como um dos motes principais a questão qual é o contributo público de uma colecção privada, referindo-se, claro, a colecções de design gráfico. Este é um dos pontos centrais da reflexão crítica de que falamos, uma vez que, à luz do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito de construção de uma história do design português, estas colecções são inegavelmente cruciais para esse exercício e devem ser questionadas sobre a dicotomia do privado/público.

Associadas a esta questão orientadora surgem outras, tanto relativamente a colecções como do próprio design gráfico, como o que motiva um coleccionador, como e quando nasce uma colecção; porquê e para quem é feita, como já referimos anteriormente; o que colecciona, de que épocas, em que formatos, onde se estabelecem as suas fronteiras; como se organiza a sua colecção e onde está guardada.

Context

No pequeno texto Unpacking my library, Walter Benjamin conta que Anatole France, ao ser questionado sobre se teria lido todos os livros da sua colecção, responde “Not one-tenth of them. I don’t suppose you use your Sèvres china every day?” (p.62, Illuminations).

Os objetos de uma colecção extravasam o seu sentido prático 2. Um livro não servirá apenas para ler, um jornal não servirá apenas para informar: são objetos com uma nova dimensão imaterial, projetada, histórica, sentimental, evocativa. A relação do coleccionador com a sua colecção assemelha-se a um materialismo místico. Interessa-nos, nesta investigação, explorar essa relação particular e, ao mesmo tempo, construir um trabalho de arqueologia gráfica das próprias colecções.

Benjamin afirma, mais à frente no mesmo texto, que a colecção, perdendo o seu cariz pessoal (entenda-se, privado), perde o seu significado 3, que ainda que ela seja informativa e útil publicamente, uma colecção só está verdadeiramente viva 4 quando na posse do seu proprietário, uma reflexão que também propomos trabalhar, em conjunto com os coleccionadores que intervenham no projeto.

Este texto de Benjamin é um dos pontos de partida para a investigação, ainda que se debruce especificamente sobre colecções de livros, de literatura. É preciso que estes pontos sejam pensados à luz do design gráfico, muitas vezes muito mais livre do conteúdo informativo e impulsionado pelo aspecto visual. Da mesma maneira que se estabelece esta relação entre colecção e biblioteca, pretendemos, como auxílio à fundamentação (principalmente da dimensão abstracta da relação do coleccionador com os seus objetos) ligar os conceitos de arquivo e colecção, lista e colecção, e museu e colecção, perceber quais os contrastes e semelhanças entre eles e assim delimitar, cada vez mais, o que é uma colecção e onde se situa semanticamente.

“(…) a relationship [of the collector] to objects which does not emphasize their funcional, utilitarian value — that is, their usefulness — but studies and louves them as the scene, the stage, of their fate.” Benjamin, W. Illuminations, p.60
3 “(But) one thing should be notes: the phenomenon of collecting loses its meaning as it loses its personal owner. Even though pubilc collections may be less objectionable social and more useful academically than private collections, the objecta get their due only in the latter.” Benjamin, W. Illuminations, p. 67
4 Uma associação feita por José Pacheco Pereira na sua crónica na revista Sábado a 11 de Dezembro de 2015, acerca da extinção próxima das bibliotecas privadas e da nova geração que não as mantém: “Mesmo que os mantivessem, seriam bibliotecas mortas, sem ser usadas ou alimentadas. E uma biblioteca para ser viva precisa de alimento, de livros novos.” Ainda que os conceitos de colecção e biblioteca sejam ligeiramente diferentes, entendemos a expressão como demonstrativa da relação do coleccionador com a sua colecção/espólio.

WORKPLAN

Methodology: Research plan

O trabalho assenta sobretudo na recolha e tratamento de conteúdos. Entenda-se, para o efeito, conteúdos como o conjunto de materiais que compõe o resultado do trabalho de campo, e entenda-se trabalho de campo como o conjunto de encontros, em várias fases, com os vários coleccionadores de design gráfico. Assim, além da revisão bibliográfica necessária à definição de conceitos e fundamentação teórica do projeto, a investigação construir-se-á recorrendo a 1) entrevistas e anotações, sempre com um esqueleto similar, para facilitar a comparação de dados; 2) fotografia e vídeo, como principal forma de ilustrar e documentar o trabalho, além de servirem também de ferramentas de análise dos itens das colecções; 3) exposições e pontos de situação, com resultado em dois momentos independentes de apresentação do trabalho em curso aos quais se adiciona a apresentação final da dissertação de mestrado. No final, espera-se que a polivalência de conteúdos se traduza num trabalho tão visualmente rico como esclarecedor.

Methodology: Development plan/schedule

A investigação inicia-se com a delimitação de conceitos, identificação de colecções que podem servir de objeto de estudo e preparação para a recolha de conteúdos, incluindo agendamento de encontros com os coleccionadores e previsão de um método para organização do material que virá a ser recolhido. Podemos entender o esquema deste trabalho como a realização de um filme e a esta primeira fase corresponde à pré-produção. À segunda fase corresponde a produção e revisão de conteúdos. Propõe-se que estas fases não sejam lineares mas antes intercaladas, a cada momento de produção corresponderá uma ou várias revisões, alcançado mais cedo fases mais finalizadas do trabalho e assim conseguir responder ao objetivo proposto de, ao longo da investigação, ter dois pontos de situação expositivos ou de apresentação de resultados. Por fim, podemos entender a terceira e última fase como pós-produção, o estágio aglutinador de todo o conteúdo, construção e organização da dissertação propriamente dita. Sendo que se planeia a existência de vários componentes de vídeo e multimédia, a estratégia para a sua apresentação deve ser pensada e é incluída também nesta última fase do projeto.

Em termos de calendário, estão pensadas seis semanas para a primeira fase (o planeamento, de 1 de fevereiro a sete de março), vinte e três semanas para a segunda fase (a recolha e revisão, de 27 de junho a 15 de agosto) e cinco semanas para a última fase (a finalização, de 22 de agosto a 22 de setembro). Prevê-se a entrega final do trabalho para a primeira data, a 26 de setembro de 2016.

Outcomes

O trabalho terá como resultado dois momentos independentes de ponto de situação do trabalho, apresentação ou exposição e uma dissertação escrita.

Bibliography and Reading List

Bártolo, J. (coord) et al. (2015). Colecção Design Português. 8 volumes. Lisboa: Público/Ano Português do Design.

Benjamin, W. (1931). Unpacking my library. In W Benjamin. H Arendt (ed.) (1969). Illuminations: Essays and Reflections. Nova Iorque: Penguin Random House.

Bloom, P. (2005). To Have and To Hold: an intimate History of collectors and collecting. Nova Iorque: Overlook Press.

Eco, U. (2009). The Infinity of Lists: An Illustrated Essay. Nova Iorque: Rizzoli.

Fragoso, M. (2012). Design Gráfico em Portugal: Formas e Expressões da Cultura Visual do séc. XX. Lisboa: Livros Horizonte.

Helfand, J. (2013). Our Shopping Lists, Our Selves. Acedido a 15 de dezembro 2015. http://designobserver.com/feature/our-shopping-lists-our-selves/37872

Marshall, C. Rossman, G.B. (1999). Designing qualitative research. (3ª edição) Thousand Oaks: Sage Publications.

Meggs, P. (2009). Moreira, C.K. (trad). História do Design Gráfico. São Paulo: Cosac Naify.

Nogueira, M. (2012). A difusão cultural no Arquivo Nacional e Arquivos distritais portugueses — exposições documentais (1990-2009). Relatório de Mestrado em Ciências da Informação e da Documentação Ramo Arquivos. Universidade de Évora Escola de Ciências Sociais, Évora.

Pereira, J.P. (2015). O tempo das bibliotecas privadas está a acabar. Acedido a 15 de dezembro de 2015. http://www.sabado.pt/opiniao/cronistas/pacheco_pereira/detalhe/o_tempo_das_bibliotecas_privadas_esta_a_acabar.html

Ramon, A.F. Boadas, J. (1991). La función cultural de los archivos. Bergara: Centro de Patrimonio Documental de Euskadi.

Saraiva, J.H. (xxxx). História Concisa de Portugal. (6ª edição). Lisboa: Publicações Europa-América.

Shepard, A. (2009). Bibliospot — visualizing library collections. Relatório de Mestrado. London College of Communication, Londres.

Souto, M.H. (2009). História do design em Portugal I: Reflexões. Lisboa: Edições IADE.

Twemlow, A. (2006). From the (a) trivial to the (b) deadly serious, lists dominate visual culture. In M Bierut, W Drenttel & S Heller. (ed.). (2006). Looking Closer 5: Critical Writings on Graphic Design. Nova Iorque: Allworth Press.

W07 First meeting and results

On Wednesday the 9th of December I had the first meeting with professor Bártolo, who is going to be my coordinator for the project. I had sent him the first draft of the proposal so we could discuss it.

With his feedback, my doubts and a couple of questions, we arrived at some conclusions:

1 The lack of a proper content for the web archive was a problem. Not because I wouldn’t be able to do the project (I could research models and representation of web archives anyway) but because my purpose with this work was to ad something to the work that is being developed towards building a solid History of portuguese graphic design.

2 On that note, it could make sense to take a step back and research about “content” instead of its display. In a way, this first proposal is a second step to a larger investigation than would begin to with a gathering and analysis of information.

3 Continuing on that line of thought, and since I was always interested in archives/lists, Bártolo proposed me to do the project about design collections (and collectors, for that matter) in Portugal.

4 While trying to narrow that subject and understanding how to tackle it, I decided to specify and research only graphic design collections.

W07 First proposal

OBJECTIVES

Title

Modelos para um arquivo web do design português

Statement of Intend

Na última década têm sido feitos vários esforços no sentido de construir a história do design em Portugal, completando-a para além dos seus exemplos paradigmáticos e adoptando cada vez mais uma postura histórica imparcial de forma a produzir e preservar conhecimento acerca da nossa herança gráfica. Assim, é intuito desta investigação contribuir para esse trabalho através do estudo e elaboração de um modelo eficiente para o arquivamento e visualização na web do espólio do design português.

O formato web é escolhido pela sua fácil, acessível e gratuita relação com o público, o que estimula o uso deste potencial arquivo como ferramenta de estudo, tanto para estudantes de design e outras áreas das ciências sociais como para profissionais.

O trabalho de desenvolvimento do modelo em si, objeto de estudo desta dissertação, pretende fornecer as ferramentas para elaboração futura desse arquivo web do design português, pelo que se destina a uma audiência mais específica de investigadores, historiadores e arquivistas.

Field of Study

Partindo do geral para o particular, a principal área de estudo deste projeto é o arquivo como formato visual na web, em particular modelos de disposição de arquivos de design gráfico, ou seja, com ênfase na imagem e que respondam às necessidades que a variedade técnica do design implica (formatos, suportes, materiais, etc). Esse estudo permitir-nos-á ensaiar um modelo para o arquivo web do design português, fazendo uso de amostras de várias épocas, preferencialmente que questionem os limites do modelo que estamos a criar (novamente em relação à variedade técnica da nossa disciplina).

Focus

O objetivo inicial é compreender como funcionam os arquivos visuais na web, quais as suas vantagens e desvantagens e como pode um arquivo desse género ser mais ou menos eficiente, tanto no ponto de vista do utilizador como do arquivador. Consequentemente, pretende-se aplicar os resultados dessa investigação à criação de um modelo para o arquivo web do design português, uma ferramenta de estudo e reconstrução da herança gráfica nacional e um aglutinador do conhecimento já produzido sobre o tema.

A partir da questão geral — qual é o modo mais eficiente de arquivar o design gráfico online? — pretendemos começar por descobrir quais são os arquivos de design gráfico na web que já existem, como funcionam e para quem são feitos; catalogar e analisar a eficiência dos arquivos já existentes mediante a sua relação com o utilizador e disposição visual; perceber quais são as vantagens e desvantagens de um arquivamento web; avaliar a relevância e utilidade de um arquivo web do design português; fazer um levantamento do trabalho que já foi feito no sentido de construir um arquivo do design português; e descobrir como vai funcionar o nosso objeto (ou amostra) de arquivo e quais as razões para as escolhas desses determinados objetos;

Context

O objeto de estudo deste trabalho está especialmente relacionado com a história do design, mas o projeto pretende, uma vez que é construído para a web, responder a necessidades contemporâneas.

Tratando-se de uma investigação para a criação de um modelo/solução, o objetivo é cruzar informações acerca dos três principais temas: arquivística, espaço web/interfaces e design gráfico (no sentido prático, referindo-se a modalidades, técnicas e formatos). Dessa forma, interessa-nos sobretudo a relação entre os temas, por exemplo, como a ideia de arquivo (ou mesmo a ideia de lista ou index) se relaciona com o espaço web, ou como o objeto do design gráfico é disposto online de forma visualmente descritiva.

O espaço web ainda é um espaço com muito potencial, tanto no que diz respeito à forma como à experiência do utilizador. No que diz respeito a arquivos e listas na web, os exemplos que levantamos baseiam-se frequentemente na noção cartesiana de espaço.

Apesar de terem significados diferentes, podemos estabelecer uma relação próxima entre arquivos e listas, sendo que a segunda muitas vezes obedece às necessidades do primeiro e ambos, no que diz respeito às novas tecnologias, enfrentam alguns dos mesmos desafios (a adição do tempo como quarta variante, espaço virtualmente ilimitado, para mencionar alguns).

A lista, na web, ganha o potencial de ser infinita. Consequentemente, perdendo os contornos naturais à maior parte dos projetos, a lista é tendencialmente impulsionada a novos limites pelos designers gráficos, não conformados com a ineficácia do seu modelo tradicional. A mesma constatação se aplica ao arquivo.

WORKPLAN

Methodology: Research plan

O primeiro estágio refere-se à definição e cruzamento dos conceitos de arquivo, web e design gráfico no âmbito deste projeto, passando também por uma explicitação do que nos referimos ao propor a criação de um modelo. Este terço do trabalho passa substancialmente por revisão bibliográfica e entrevistas (nomeadamente a donos de arquivos, físicos ou web, de design gráfico).

O segundo estágio prende-se com a análise de arquivos existentes, justificação dessas escolhas, peso de vantagens e desvantagens e ilação de conclusões. Para esta fase será necessário estruturar um conjunto de critérios de análise dos arquivos (desde logo, a sua tipologia, número de itens, data de criação, propriedade, propósito e área de acção, estrutura de organização do website, cores predominantes), que balizem os mais possível os resultados para que possamos encontrar resposta a algumas das nossas questões;

O terceiro e último estágio trata da planificação e desenho do modelo em si, através de revisão do trabalho feito até à data e aplicação das conclusões acerca de anteriores arquivos. Para a planificação do modelo devem ser seleccionadas diferentes amostras da história do design português que ponham em causa os limites do nosso modelo: por exemplo pela amplitude de escala, cores, plasticidade, volumetria ou técnica; as escolhas gráficas devem ser acompanhadas por uma justificação e, quando terminado, o desenho do modelo deve ser um trabalho de tentativa e erro, submetido a teste, ou analógico (através de um protótipo em papel) ou directamente na web, acompanhado de anotação de comportamentos do utilizador. A ser feita a programação de uma versão BETA deste modelo, será em colaboração com um engenheiro informático.

Methodology: Development plan/schedule

A primeira forma de dividir o calendário do trabalho é usando os estágios definidos no plano de pesquisa. Dessa maneira, ao estágio 1 (definição e corpo de pesquisa) correspondem os meses de fevereiro a abril, ao estágio 2 (análise crítica) correspondem março a maio e finalmente ao estágio 3 (a criação e teste do modelo) o tempo compreendido entre maio e agosto.

Prevê-se que a última fase será a mais longa não só porque será altura de revisões dos estágios anteriores como porque é a fase do projeto que exige mais trabalho de tentativa/erro, um método que beneficia consideravelmente do factor tempo. Estes meses também compreendem a reflexão escrita que acompanha o processo de trabalho e as conclusões finais.

Tendo esta primeira calendarização em mente, também podemos separar o volume de trabalho para esta dissertação num primeiro mês inteiramente dedicado à recolha de material (fevereiro), três meses de análise e fundamentação teórica, que corresponde ao corpo escrito principal da dissertação (março, abril e maio), e os últimos três meses dedicado à vertente com aspecto mais prático e respetivos testes (junho, julho e agosto), sendo que esta fase se planeia ter início ainda em maio, sobrepondo-se ao tempo análise.

Outcomes

O resultado deste trabalho será uma dissertação escrita, com possibilidade de ser apoiada por uma versão BETA do arquivo do design português na web do modelo seleccionado.

Bibliography and Reading List

McLuhan, M & Fiore, Q. (2008). The Medium is the Massage: An Invetion of Effects. Londres: Penguin Design Series. (original publicado em 1967).

Twemlow, A. (2006). From the (a) trivial to the (b) deadly serious, lists dominate visual culture. In M Bierut, W Drenttel & S Heller. (ed.). (2006). Looking Closer 5: Critical Writings on Graphic Design. Nova Iorque: Allworth Press.

Lupton, E. (2006). The birth of the user. In M Bierut, W Drenttel & S Heller (ed.). (2006). Looking Closer 5: Critical Writings on Graphic Design. Nova Iorque: Allworth Press.

Helfand, J. (2001). Dematerialization of screen space. In H Armstrong (ed.). Graphic Design History: Readings from the field. Nova Iorque: Princeton Architectural Press.

Winfield, P.P. (2011). Designing Graphic Design History: Teaching for the 21st Century Classroom. Los Angeles: McNeese State University.

Garrett, J.J. (2011). The Elements of User Experience: User-Centered Design for the Web and Beyond. (2ª edição). California: New Riders.

(   )(). Visualizing design history: an analytical approach.

(vários). (2013). Museums in the Digital Age. Londres: ARUP.

W6 First list of web archives related to graphic design

(for this list I have an excel table with name/link/frontpage/notes)
http://designarchives.aiga.org/
http://library.rit.edu/gda/
http://www.100archive.com/
http://arts.brighton.ac.uk/collections/design-archives
http://www.chicagodesignarchive.org/
http://www.packagingdesignarchive.org/
http://www.malaysiadesignarchive.org/
http://archives.ced.berkeley.edu/
http://taxonomyofdesign.com/
http://nycdesignarchive.tumblr.com/
http://archive.vanalen.org/
http://bookcoverarchive.com/
http://www.gerdarntz.org/
http://idarchive.com/
http://hetnieuweinstituut.nl/en/national-design-archive-noa
http://www.designedbymuller.com/work/
http://collectary.com/
http://urbancollective.net/
http://graphicdesignarchives.com/

Other interesting websites but not necessarily in archive-form
https://design.nationalarchives.gov.uk/
https://grandesarmazensdodesign.wordpress.com/
http://www.designportugues.pt/
http://www.archives-nationales.culture.gouv.fr/
https://almanaquesilva.wordpress.com/
https://historiadesign.wordpress.com/

W4 State of play

Dear Blender,

I decided on doing my MA about archives, more specifically web archives — online access-free (useful) information.

And now for an unexpected plot-twist: I had submitted an application for Post-Graduate studies in Contemporary Curatorship in ESAD and there was still a chance I would interrupted the MA for that. Until today, when I found out that course is not going forward.

That PG was the course that led me into ESAD in the first place, but it was interrupted and the MA programme was also very good and checking many of the same boxes. My point is, my main drive in design, most times, is not graphic design itself but its culture — writing about it, researching about it, understanding it.

Although in FBAUP we have some focus in design history, arriving at ESAD made me realize that none of these schools have enough. Not only because the History of design is to broad to be fruitfully teached in such short time, but also because of the suject’s vastness, each professor picks his own hilights — resulting, for example, in more knowledge about portuguese references in ESAD.

My ignorance about portuguese graphic design shocked me when I arrived at ESAD. I knew the basics, but I had never ventured in this deep rainforest that is Graphic Design in Portugal. I tried to know more (and even though my memory is not that good, I succeeded in many fronts), but I found two particular problems: for instance, information is dispersed in many books, websites, initiaves and people, there is a lot of work being done but (and this leds us to the second problem) there are still many deserts of collaboration in our area, people left out or being out for their own stubbornness.

I’m not suicidal so I’m not proposing I’ll do that. It will take much more that one person and a MA to gather and manage all the information on portuguese graphic design. But I would like to design a proposal for a web archive on the subject — not to create content but a way to read and navigate it, and not to focus on one school or one area but try to present the multitude of ideas that History is.

No, I’m still not suicidal, so I’m not proposing to do that from cave men to our days. I’ll use samples, as limited in time as possible, and construct the report around the idea that this is the beginning of a very large project, a tip of an iceberg if you want to call it, but that doesn’t mean it shouldn’t be meticulous, reliable and exciting for someone to continue.